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EMBAIXADORES DA LINFAT NO BRASIL

Raphael Martins Fundador e CEO IMBB Atleta IMBB , Educador Social, São Paulo

Pioneiro no futebol com atletas trans começou o atual IMBB em 2016.
Grande incentivador do esporte com pessoas trans e não binárias no Brasil.
Fazendo a diferença diretamente de São Paulo para o mundo.

Nunca foi só futebol”  

 

Cristian Lins fundador do Bigtboys Soccer ,Jornalista, Rio de Janeiro

Olhar para os outros sempre fez parte da minha vida” , sou militante, um cara trans que sempre fui e irei atrás dos meus objetivos e muitos deles sempre é pensando em evoluir e incentivar o próximo.
Criei o nosso time em 2018, fui pioneiro aqui no Rio de Janeiro em relação à atletas trans, trazer o esporte aos iguais sempre foi e será uma tarefa difícil, porém tenho muitos amigos, grupos, amigas e pessoas que me apoiam.
Por isso tirei o projeto da LINFAT gaveta e sempre foi me orgulhar de todos.
Fazer o primeiro amistoso do Brasil de times trans em 2019 me fez ir além e assim espero levar todos comigo além da Liga e outros projetos.
Juntos somos muitos, unidos somos gigantes.
Existimos e vamos lutar por isso todos os dias na LINFAT.   

Paulo Chateaubriand, diretor e um dos fundadores do Eagles Futebol Clube, Recife, Pernambuco.

O lema do Eagles além do esporte é o acolhimento de atletas transmasculinos na cidade de Recife. Representando igualdade, respeito e inclusão dentro e fora de quadra.

Jazmin Luciano, conhecido como Jaz, Paraguayo, transmasculino, trilíngue e estudante de Educação Física, São Paulo

Comecei a jogar basquete ainda na infância com meus primos, aos 18 anos sofri um acidente de moto que interrompeu minha trajetória no basquete por seis anos. O time surgiu pela necessidade de voltar a jogar basquete em um espaço seguro, pois estava passando por muitas situações de violência e transfobia quando voltei a jogar em meio aos homens cis. Então comecei a convidar meus amigos trans para jogar, fizemos um grupo no whatsapp e após a criação do instagram muitas pessoas trans entraram em contato com interesse em participar dos treinos. Assim nasceu o coletivo Basketrans e o time Mbarete, que em guarani significa “força”.

Thayrone Lima, economista e contador, São Paulo

Fui o primeiro membro a me juntar ao Basketrans pelo Instagram. Eu sempre busquei times ou coletivos de basquete em São Paulo, já que sempre joguei antes da transição e outros esportes não me interessavam. Hoje construo o time da posição de presidente com o intuito de criar um ambiente acolhedor para todas as pessoas trans que tenham basquete e transição como denominador em comum. O Basketrans vai para além de um time ou coletivo e temos construído uma verdadeira família.

 

Khaleb Baiano. Idealizador e Atleta do time TPanthers Basquete Club São Paulo. 

Vendo a necessidade e a urgência de ter um time racializado após algumas narrativas dentro da própria comunidade LGBTQPINA+ que chegavam até a mim como uma demanda , o time TPanthers, nasce da vontade de incentivar pessoas Trans preta e Trans periféricas a praticarem esportes. Porém o time vem acolhendo a todes que tem interesse e procurado para a prática desse esporte.

“Quem sonha junto, sobe junto”